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À conversa com Gilles Lipovetsky: “O luxo exige tempo”

É o grande pensador do capitalismo de consumo e dos seus reflexos sociais, como o individualismo, o luxo e a arte

O filósofo francês veio a Lisboa para o lançamento das novas edições do programa executivo de Gestão do Luxo da Católica Lisbon School of Business&Economics e participou num debate com a artista Joana Vasconcelos. Em entrevista ao Expresso, fala sobre as temáticas às quais se dedica há anos e defende que Portugal deve enaltecer o seu próprio luxo, que corresponde àquilo que pode e é capaz de fazer.

Qual é a sua visão da arte e do luxo em Portugal?

Não sou suficientemente conhecedor do mercado português.

Mas conhece Portugal. Acha que temos forma de nos afirmarmos como um destino ou um país produtor de luxo?

Com a continuação da expansão do mercado do luxo, todos os países vão construir-se com este tipo de oferta. À medida que se desenvolvem, sobem na escala de valor e oferecem produtos com mais qualidade e originalidade. Há toda uma hierarquia possível. No mundo não há muitas marcas que possam rivalizar com a Chanel ou com a Dior, mas o luxo tornou-se plural. Se não compreendermos isto, não compreendemos nada.

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