12h00 28 Jul 19
O Atlântico é de todos, e em Portimão existem trinta e dois metros de profundidade que o comprovam. O Parque Subaquático Ocean Revival faz jus não só ao nome mas também ao oceano onde está instalado. Reviver o Atlântico através do mergulho, trinta e dois metros de vida marítima a pulsar à sua volta. Nele, estão quatro tesouros da história portuguesa, quatro navios da Marinha entretanto reformados, cuidadosamente afundados no nosso Atlântico, com a singela função de abrilhantar ainda mais a vida marítima algarvia.
A casa destes navios — o “Oliveira e Carmo”, o “Zambeze”, o “Hermenegildo Capelo” e o “Almeida Carvalho” — está sinalizada por quatro simpáticas boias amarelas. Juntos compõem o maior recife natural da Europa, um dos mais raros do mundo. A experiência proposta pela Ocean Revival é possível graças à Subnauta, a escola de mergulho cujos serviços vão desde a formação inicial no mergulho até ao Liveaboard — uma exploração minuciosa pelo interior dos quatro navios, que ali esperam pacientemente por nós.
Renato Caçoete, diretor da escola, conta com agrado ao Expresso que “em 2008 [ainda sem os navios afundados] a Subnauta registava à volta de 2800 mergulhos por ano. Desde que temos o Ocean Revival, o número cresceu para os 7, 8 mil mergulhos por ano.” O aumento de clientes deveu-se em grande parte ao turismo, “o que foi bom para toda a gente, para os hotéis, restaurantes… E a visão era essa, melhorar a comunidade”. Se antes a época de mergulho era sobretudo entre maio e setembro, “com o parque começamos a trabalhar em março e acabámos em novembro”.
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