Perfil

Vida Extra

O futuro das cidades veste verde e nós já o conhecemos. Embarque connosco nesta viagem

Esqueça o carro supersónico ou os grandes arranha-céus. A cidade do futuro não terá nada disso. É o que dizem os especialistas que ouvimos em Oslo na Urban Future Global Conference. A cidade tem este ano o selo de Capital Europeia Verde, que em 2020 será dado a Lisboa. Saiba o que vai mudar

Alexandra Carita

Alexandra Carita

em Oslo

Jornalista

Ko Hong-Wei / EyeEm

Imaginamos sempre aeronaves, carros voadores, edifícios aerodinâmicos, ruas vazias, casas hipermodernas. Quando pensamos na cidade do futuro entramos quase num filme de ficção científica e a nossa imaginação solta-se à volta de uma incógnita que nos deixa levar o pensamento ao extremo e em velocidade máxima. Não. Afinal não é assim.

O futuro dita que as cidades vão ser verdes, que os carros serão cada vez menos e nenhum a gasolina, que os ciclistas e os peões circularão à vontade por vias arranjadas para todos, que se reconstruirá mais do que construirá, que os edifícios serão sustentáveis, não poluentes e produzirão energia, que o espaço e o tempo do passado regressarão ao futuro em câmara lenta. Que se viverá melhor e se aproveitará a vida. Eis a conclusão a tirar da Urban Future Global Conference, que decorreu entre 21 e 24 de maio, em Oslo, a cidade do mundo mais alinhada com o Acordo de Paris.

Oslo Capital Europeia Verde 2019 abre o leque de opções que todos temos de tomar para ir mais longe e da melhor maneira. E, independentemente, da cor política ou da idade e estrato social, o caminho é só um para evitar a catástrofe no planeta: acabar com a poluição.

Para ler o artigo na íntegra, clique AQUI.

Siga Vida Extra no Facebook e no Instagram.