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Diz-me quem és. O teu logótipo denuncia-te — por Guta Moura Guedes

O logótipo deve conter e resumir a essência da marca e traduzir de forma eficiente a sua identidade

Guta Moura Guedes

Getty

Identidade: defini-la é talvez uma das mais complexas tarefas. Aquilo que a constrói e aquilo através do qual se revela é sempre composto por inúmeros detalhes, alguns do quais controláveis e outros, definitivamente, impossíveis de alterar, principalmente quando falamos de pessoas. Mas quando passamos para um universo mais tangível, o das empresas e das instituições, muitas coisas mudam. Primeiro, porque estas entidades são um artefacto humano, normalmente resultado de uma intenção clara e com objectivos precisos; depois porque a sua identidade será, a algum momento e se assim o seu proprietário, CEO, presidente ou director de comunicação o desejar, objecto de um exercício de design fascinante que irá produzir um conjunto de instrumentos que a vão corporizar. E esses instrumentos, se estrategicamente desenhados, às vezes são tão poderosos que podem, inclusivamente, conferir identidade a algo que ainda não o tem. No mundo das imagens e dos sound bites e dos chavões em que vivemos, isto é, de facto, um facto.

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