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Atchim! Está aí a primavera da vida

As alergias florescem durante os meses primaveris e fazem comichão à saúde de um terço dos portugueses

Getty Images

Há lá coisa mais poética do que a primavera. Tem cor, tem aroma, tem flora a florear, tem o desabrochar de novas vidas, tem a juventude de dias maiores e mais quentes. Tem, em suma, uma biodiversidade infinita de metáforas, reunidas como bonitos ramalhetes de orquídeas no poema. É o esplendor da metamorfose. É também o adeus às noites gélidas e um passeio acompanhado por uma brisa amena. É o tempo da transição. E das alergias.

A rinite é a tipologia mais comum e alastra-se a um quarto da população. Mas há também a conjuntivite. A rinoconjuntivite, uma receita cozinhada pelo diabo com os sintomas das duas primeiras. A sinusite. Eczema, eczantema e outras mais complicadas, como a asma, compõem o leque de patologias das vias respiratórias que o vento primaveril levanta e propaga. “A alergia aos pólenes é a principal durante esta estação, afetando vários órgãos”, começa por explicar João Almeida Fonseca, vice-presidente do Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC).

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