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Antonio, o programador de 11 anos que já desenvolveu mais de 100 videojogos

Conheça o pequeno génio que sonha deslumbrar nos relvados como guarda-redes, mas que já é um craque da realidade virtual

Antonio García Vicente foi orador, com apenas oito anos, numa conferência TEDx

D.R.

Lembra-se do que fez até aos 11 anos? Tem memória disso? Não se sinta pressionado, mas saiba que, com essa idade, um menino espanhol - para quem “programar é um superpoder que permite fazer o que quisermos” - já desenvolveu mais de 100 videojogos.

Chama-se Antonio García Vicente e tem o sonho de se tornar guarda-redes de futebol. Mas foi na realidade virtual que se começou a destacar, com apenas seis anos, quando ingressou no Clube de Jovens Programadores da Universidade de Valladolid, cidade onde vive, na pequena localidade Villanubla.

Outro dos capítulos desta história de sucesso precoce aconteceu em 2015, quando Antonio pisou o palco para participar numa conferência TEDxYouth, sob o mote “Programar para aprender sem limites”.

“O que mais gosto na vida são as minhas duas paixões: uma é a programação e a outra é o futebol”, conta o pequeno craque da computação. “Adoro videojogos, como todas as crianças, mas também me interessa saber como são feitos e criar os meus. Evidentemente, não vão ser tão profissionais como o FIFA, mas já desenvolvi um projeto em que vários jogadores estão no mesmo campo e jogam uns contra os outros”, acrescenta o astro espanhol de palmo e meio, também responsável pela conceção de um jogo para aprender os planetas do Sistema Solar.

Apercebi-me de que a programação podia ser utilizada para estudar de forma mais divertida”, explica Antonio García Vicente. O primeiro videojogo desenvolveu-o quando tinha sete anos, muito útil na altura para permitir, tanto a ele como aos colegas de escola, uma aprendizagem mais interativa e estimulante dos ossos que sustentam o corpo humano.

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