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Vida Extra

A arder. Uma viagem pelos sabores mais intensos do planeta

Comida picante, picante na comida. De onde vem, para onde ir

Getty Images

Foi na quarta-feira, e ainda há quem tenha a boca a arder. O Dia Internacional do Picante celebra-se a 16 de janeiro, mas todos os dias são bons para surpreender o paladar, para dar um sabor extra à comida e para descobrir novas combinações à mesa. Com um pouco de história à mistura, q.b., claro.

Originária da América do Sul e Central, a cultura da pimenta tem mais de seis mil anos. Historicamente, aponta-se que tenha sido a primeira ou uma das primeiras plantas que foram alvo de domesticação por parte do homem. Nos Estados Unidos, as pimentas são cultivadas desde o século XVII. Em Angola, Moçambique e Portugal aos frutos menores chama-se piripíri, e aos maiores, malagueta. A designação malagueta era já dada, antes da chegada dos europeus à América, em 1492, a uma especiaria picante da África Ocidental chamada pimenta-da-guiné. A qualidade picante de certas variedades de Capsicum (género de plantas herbáceas cujos frutos mais conhecidos são as variedades doces — pimentos ou pimentões —, e as variedades picantes — as pimentas) haverá levado os europeus a batizá-las malagueta. Cristóvão Colombo foi o primeiro europeu a encontrar a pimenta, em 1493, na segunda viagem à América. A sua utilização espalha-se depois por todo o planeta, servindo como tempero para várias tradições culinárias, sobretudo na Ásia e na América Latina.

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