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Cristina Ferreira. “Só tenho uma ambição: fazer boa televisão”

Para fechar o ano, a primeira grande entrevista com Cristina Ferreira desde que chegou à SIC. Começa assim:

Ana Baião

Ana Baião

Fotojornalista

Ana Baião

Com Cristina Ferreira, tudo é programado ao minuto. O cronograma para este trabalho chega por e-mail, enviado por um dos seus agentes: maquilhagem e cabelos, 1h30; sessão fotográfica, 1h; entrevista, 2h. A apresentadora da SIC chega ao edifício da Impresa, em Paço de Arcos, às 10h em ponto, como combinado. Ainda está a habituar-se aos cantos da nova casa, mas já tinha estado neste mesmo estúdio em março de 2015, quando foi capa da revista do Expresso pela primeira vez, poucos dias antes de chegar às bancas a primeira edição da sua “Cristina”. Estar à frente de uma objetiva não é a sua zona de conforto. Prefere as câmaras de televisão. “Não gosto de tirar fotografias. Tem de ser rápido, senão perco a expressão”, avisa.

Há quem diga que é a mulher mais poderosa do país, a verdadeira dona disto tudo? Sente-se nesse papel?

Não, não sinto. Se fosse homem os holofotes não estavam tão virados para mim. Quando se fala cada vez mais na igualdade, até de salários, haver uma mulher que rompe um bocadinho com essas ideias preconcebidas faz com que digam, por exemplo, que sou uma máquina. Essa chateia-me um pouco, porque uma máquina é desprovida de emoções e eu trabalho muito com elas.

Para ler a entrevista na íntegra, clique AQUI.