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Menos redes sociais, mais saúde. Reduzir a sua utilização evita a depressão e a solidão

Há um novo estudo que afirma como a redução do tempo passado nas redes sociais para 30 minutos diários reduz os riscos de depressão e solidão

Jakob Owens

O estudo é da Universidade da Pensilvânia e as suas conclusões vão de encontro ao que há já algum tempo se suspeitava. As redes sociais, criadas para ligar as pessoas à distância — aproximando-as —, estão a ter o efeito oposto. De acordo com os investigadores, o melhor será mesmo limitar a exposição a este tipo de plataformas, de modo a não se passar mais de 30 minutos a utilizá-las.

As melhorias detetadas são visíveis até ao olhar mais desatento, especialmente se tivermos em conta a depressão e o sentimento de solidão, mas este é um dos primeiros estudos a demonstrar uma relação de causa-efeito entre a utilização de redes sociais e os problemas de saúde mental.

No estudo, 143 estudantes universitários foram sujeitos a testes durante dois semestres, sendo levados a passar por um período em que estariam apenas 30 minutos diários ligados às redes — 10 minutos no Facebook, 10 minutos no Instagam e 10 minutos no Snapchat —, e por outro em que podiam usar as apps à sua vontade. Depois foram questionados sobre como se sentiam psicologicamente. Com menos tempo nas redes sociais, sentiam-se mais saudáveis.

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