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Quando o amor se torna doença

No mês do amor, ame. Com moderação

Jessica Felicio

A poucos dias de São Valentim é caso para dizer: o amor está no ar. Contudo, apesar de ter uma conotação positiva, em caso de excesso pode ser considerado um vício e representar um problema.

Mas afinal, o que é o vício no amor?

Também conhecido por amor patológico, refere-se a um padrão de comportamento caracterizado por um interesse generalizado e excessivo em relação a um ou mais parceiros românticos. Tem como consequências a falta de controlo emocional e a renúncia a outros interesses.

O amor patológico compara-se a um vício comportamental, como é o vício do jogo. Partilha também caraterísticas dos vícios em substâncias. Uma pessoa que esteja a começar a consumir drogas, por exemplo, sente um intenso prazer, satisfação e euforia que não são muito diferentes do que acontece com o amor patológico.

Há cura para o amor patológico?

Sim. Num trabalho publicado no European Journal of Psychiatry, sobre o vício no amor e a forma de o tratar, foi descoberto que a terapia em grupo é o método mais utilizado para tratar o amor patológico. O psicodrama e a terapia cognitivo-comportamental (psicoterapia) são outros dos possíveis tratamentos.

Por isso, já sabe: neste Dia dos Namorados, ame com moderação.

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