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Filipe Faísca: “Nós de facto vivemos no tempo de Karl Lagerfeld”

Ele foi o pioneiro a exibir os logos da sua marca na roupa. E a fazer vingar os pequenos ícones que distinguiam a Chanel, a camélia, as correntes, por exemplo

António Pedro Ferreira

Filipe Faísca também partilhou com o Expresso aquilo que sente no dia em que Karl Lagerfeld deixou para sempre de criar. “É uma enorme perda porque ele é um mentor de como se trabalha na moda hoje em dia. Ele ditou um ritmo na moda. Ele era um ícone de moda e eficácia. Um homem que tinha 50 colecções por ano, imaginem”, aponta o estilista.

Faísca, que apresentou a sua primeira coleção no ModaLisboa em 1991, mesmo ano em que participou na Biennale de Veneza, diz mesmo que Lagerfeld, profissionalmente, “era um super-homem”. “Foi ele o pioneiro a exibir os logos da sua marca na roupa. E a fazer vingar os pequenos ícones que distinguiam a Chanel, a camélia, as correntes, por exemplo. Fez com que esses pequenos ícones, que eram os ADN da marca, vibrassem como nunca. E soube afirmar mais a marca, soube comercializá-la”.

E termina assim: “De facto nós vivemos o tempo Karl Lagerfeld."

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