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Vida Extra

Dez escolhas com bolhinhas para uma entrada fresca no novo ano

Têm bolhinhas e servem-se frescos. São os companheiros habituais dos momentos de celebração. A noite da passagem de ano é um desses momentos. Como as celebrações podem começar antes da meia-noite, aqui deixamos várias sugestões, umas de chancela nacional, outras do país de origem desta bebida fantástica

João Paulo Martins

Getty Images

Celebrar com estilo é a regra que todos procuramos seguir neste momento único. É esta ‘a’ noite do espumante/champanhe e é nesta altura do ano que desaparecem muitos milhões de garrafas, um pouco por todo o mundo. A região de Champagne é responsável pela comercialização de cerca de 300 milhões de garrafas/ano e a Catalunha aproxima-se daquele número. Por cá somos mais modestos e é mesmo difícil saber-se ao certo quantas garrafas circulam, uma vez que muitas garrafas não têm selo de Denominação de Origem (DO). A Bairrada é responsável por cerca de 10 milhões de garrafas certificadas, mas a região produz muito mais. Em Távora-Varosa há muito espumante sem DO, sendo a marca Raposeira um bom exemplo. Mais do que saber números, nesta noite interessa-nos provar coisas boas. A escolha recaiu em champanhes que são comercializados entre nós e em espumantes com preços variados que podem alegrar qualquer bolsa. A variação de preços por garrafa é enorme, quer nos nossos quer nos que chegam de fora. Há que escolher dentro da nossa zona de conforto. E para que o prazer seja total, aqui ficam algumas lembranças, as eternas regras que não devemos esquecer:

1 Esta bebida de festa requer bons copos. A tendência atual aponta para o uso de copos bem mais abertos do que a tradicional flute. Caso não disponha destes novos modelos, pode sempre usar os copos tradicionais de vinho branco. Pode assim desfrutar melhor dos aromas do vinho.

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