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Poké tão bom? O segredo da refeição da moda

A procura por uma alimentação mais saudável fez das taças havaianas um dos pratos do ano. Mas o japonês chirashi também quer o seu lugar à mesa

João Miguel Salvador

João Miguel Salvador

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Jornalista

Nasceu no Havai, filho de imigrantes japoneses no arquipélago norte-americano, e cresceu nas praias da Califórnia antes de viajar para outras paragens. Quem não o dispensa elogia-lhe a variedade de sabores e a simplicidade, mas a taça de cores vivas havia de ganhar novos argumentos nos últimos anos. Num prato tradicional como este, que agora viaja por todo o mundo, as origens das receitas são várias (e existem diversas interpretações dessa herança havaiana), mas é do casamento entre a tradição e a inovação que surgem algumas das propostas mais interessantes.

Em Portugal, a inspiração para os pokés do restaurante lisboeta Big Fish Poke veio de Roy Yamaguchi, o chefe celebridade norte-americano de origem japonesa que melhor conhece a cozinha havaiana. Mas não foi das mãos do “Jamie Oliver do Havai”, como Filipe Narciso lhe chamou, que nasceram os pratos que agora podem ser apreciados em Lisboa. O chefe Andy (Andrew Mayer, discípulo de Yamaguchi), de Miami, esteve a criar a carta com Luís Gaspar e o processo de estudo levou a que se começasse por sabores mais tradicionais do Pacífico, para depois apostar também no aportuguesamento dos pokés.

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