Perfil

Vida Extra

Champanhe: Dizer adeus a 2018 com estilo

As melhores sugestões para brindar ao novo ano

Getty Images

A passagem de ano é o momento alto de consumo de vinhos espumantes. É a noite em que uma enorme fatia da produção mundial se esvai e é um fenómeno planetário. Ora é só fazer as contas: a zona francesa de Champagne comercializa cerca de 300 milhões de garrafas/ano, a região espanhola do Cava (Catalunha) anda por números idênticos e depois há que contar com italianos e os restantes países produtores. Um mar de vinho. Este é o tipo de bebida que, não tendo qualquer segredo ou mistério, se produz em qualquer lugar que tenha uvas aptas para o fazer, por isso a produção mundial atinge quantidades inimagináveis. Quem pode bebe champanhe, quem não pode, não quer ou tem outras alternativas mais acessíveis, bebe espumante. Não é novidade nenhuma que o champanhe é o modelo de vinho de celebração, copiado e adulado em todo o mundo mas, mesmo em Champagne, a qualidade varia muito, mas muito mesmo e um Champagne muito barato não augura nada de bom. Ente nós temos uma produção já com história para contar, uma vez que remonta a finais do século XIX o início da produção na zona da Bairrada, com castas (como Pinot Noir e Chardonnay) vindas precisamente da zona da Champagne. Muitos produtores optam por comercializar o espumante sem selo de Denominação de Origem (DO) — ostentam apenas um pequeno selo IVV no contrarrótulo — não sendo por isso possível saber ao certo as quantidades que circulam no mercado. Podemos apontar para cerca de sete milhões de garrafas a produção bairradina, sendo que apenas dois têm DO. Também na região de Távora-Varosa se produz muito, sobretudo com selo IVV (Raposeira) mas também com DO, a Murganheira e Cooperativa do Távora. Todo o país produz espumante e merecem especial destaque os do Douro (Vértice, Real Companhia Velha) e Vinho Verde, sobretudo na zona de Monção-Melgaço.

Para ler o artigo na íntegra, clique AQUI.

A carregar...