Vera Lúcia Arreigoso

Vera Lúcia Arreigoso

Jornalista

Comecei a escrever em jornais, regionais, quando ainda estudava Comunicação Social no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. Terminei o curso em 1998 e fiz estágios no Diário de Notícias, numa produtora de televisão e no Expresso, depois de responder a um anúncio. Entrei em 1999 como aprendiz e fui ficando. Acompanho os temas de Saúde, tenho uma pós-graduação na área e formações sucintas em diversas doenças e práticas médicas. Tantos anos depois, ainda sou "a miúda" para alguns dos camaradas mais antigos na redação.

  • Morte em troca de vida

    A mortalidade de bebés e de grávidas aumentou como há muito não acontecia e soam alarmes. Os especialistas atarefam-se para dar explicações e a natureza observa tudo, vitoriosa. O homem ganha ao gerar vida em quem dificilmente o conseguiria, mas depois a natureza continua a vencer: faz-se cobrar com a morte de crianças mais frágeis e de mães menos jovens e pouco saudáveis

  • Morte em troca de vida

    Vera Lúcia Arreigoso

    A mortalidade de bebés e de grávidas aumentou como há muito não acontecia e soam alarmes. Os especialistas atarefam-se para dar explicações e a natureza observa tudo, vitoriosa. O homem ganha ao gerar vida em quem dificilmente o conseguiria, mas depois a natureza continua a vencer: faz-se cobrar com a morte de crianças mais frágeis e de mães menos jovens e pouco saudáveis

  • Vacina BCG: baralhar e dar de novo

    Vera Lúcia Arreigoso

    Pais fazem fracassar a estratégia para imunizar os próprios filhos. Peritos decidem intervir para que os bebés estejam a salvo

  • Lave as mãos e salve-se

    Vera Lúcia Arreigoso

    Infeciologistas portugueses estão à espera da mais recente superameaça, o fungo Candida auris, capaz de matar até 72% dos hospedeiros em 90 dias. Está a salvo quem não vai frequentemente ao hospital. Se tiver de ir, lave as mãos à entrada e à saída e ouse perguntar à equipa se fez o mesmo antes de tocar-lhe

  • Portugueses não sabem, logo inventam

    Vera Lúcia Arreigoso

    Nível de iliteracia em saúde é dos mais elevados entre os europeus e na falta de conhecimento científico, sobram ‘mezinhas’ para quase tudo. Só um português medica a vizinha, vive convicto de que constipa sair com o cabelo molhado ou apanhar uma corrente de ar, teme a laranja à noite ou acredita que uma pastilha elástica engolida ficará anos no estômago