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De Portugal para o mundo, eis a fábrica de azulejos de autor

Fábrica Viúva Lamego leva arte para as ruas de todo o mundo

E se andássemos de cabeça para baixo? Será que podíamos chegar ao outro lado do mundo? Christoph Fink fez a experiência. O artista belga, de origem alemã, inspirou-se na forte tradição do Carnaval de Aalst — cidade a 30 km de Bruxelas, onde nessa altura do ano toda a gente anda de pernas para o ar —, e foi ver o que se passava no oceano Pacífico. Sim. Exatamente do outro lado do mundo. Com a ideia de mostrar o que existe por baixo daquele ponto da Europa em que está sediado, criou um painel de 50 metros de comprimento e três de altura, onde inscreveu, qual mapa preciso, o nome, por exemplo, das ilhas do Pacífico e, em quilómetros, a distância que distam do centro desse painel.

Nesse mural também estão os ensaios nucleares que aí se produziram, os nomes dos grandes navegadores que por lá passaram, as espécies flutuantes dessas paragens, algas, peixes e afins. E estão ainda os caminhos de ferro que fazem a ligação entre os dois extremos do mundo. O Transiberiano, por exemplo, tem assinaladas todas as cidades por onde passa.

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