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Sinceramente íntimo: assim é "Wave", o novo disco de Patrick Watson

Em “Wave”, Patrick Watson reflete o período complicado que atravessou nos últimos anos — e descobre a importância de não remar contra a maré

Lia Pereira

Lia Pereira

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Jornalista

Patrick Watson apresenta “Wave” a 23 de fevereiro de 2020 no Coliseu de Lisboa e no dia seguinte na Casa da Música, no Porto

RITA CARMO

Nos últimos anos, a vida de Patrick Watson não mudou por completo. Mas alguns abalos (a morte da mãe, a separação da companheira) fizeram-no meditar sobre como lidar com a adversidade. A conclusão acabou por surpreendê-lo: o melhor é não remar contra a maré. “Às vezes, na nossa vida, aparecem umas ondas gigantes que nos arrastam e mudam tudo. Se fores apanhado numa onda muito grande, a última coisa que deves fazer é nadar”, contou ao Expresso, numa entrevista em Lisboa. “Se apanhares uma corrente, é muito perigoso lutar contra ela. Deves deixar a água fazer o que tem a fazer. Eu encontrava-me nesse momento, de perceber que não posso nadar e tenho de me deixar levar para, quando chegar a altura certa, poder começar a nadar outra vez. Essa é a parte mais importante do título”, explica, referindo-se a “Wave” (em português, “onda”), o seu sexto álbum, lançado em outubro.

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