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"Messiah": a primeira grande aposta da Netflix para 2020

Com estreia mundial marcada para o Dia de Ano Novo, “Messiah” é a primeira grande aposta da Netflix para 2020. Michael Petroni apresenta aqui o seu thriller político

João Miguel Salvador

João Miguel Salvador

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Jornalista

Hiba Judeh/Netflix

À partida o tema parece ser a religião, ou não estivesse em causa a história de um homem do Médio Oriente que se diz ser responsável por um conjunto de eventos inexplicáveis (autênticos milagres). Mas não será essa a principal temática de “Messiah”. Nem poderia ser, numa altura em que a aposta dos principais canais e serviços de streaming vai para séries que cruzem várias temáticas e consigam provocar discussão em sociedade.

“É um thriller político de grande alcance”, defende o showrunner em declarações enviadas ao Expresso sobre a série que preparou para o início do novo ano. “É um enredo muito rápido, uma narrativa de ritmo acelerado que se estende por todo o mundo.” Para Michael Petroni, um dos fatores distintivos de “Messiah” é o “suspense político da história”, que considera muito autêntica. Para o garantir, contou com uma equipa dedicada a perceber o que aconteceria se um caso destes se desse na vida real, a criar possíveis cenários e acontecimentos.

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