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"A Guerra das Estrelas" chega ao fim 42 anos depois

Estreado em 1977, o filme “A Guerra das Estrelas” não só foi um marco na ficção científica como criou um universo que marcou globalmente a cultura popular. Agora, 42 anos depois, “A Ascensão de Skywalker” resolve esta narrativa

Há muito tempo, numa galáxia muito, muito distante... Era assim que tudo começava em 1977, começando o primeiro plano por nos mostrar no ecrã uma pequena nave consular a tentar escapar de um grande Star Destroyer imperial. Agora, 42 anos depois, a história finalmente conhece um desenlace. A luta entre os amigos de Luke Skywalker e as forças do império deram lugar a uma geração seguinte nas quais novos (e velhos) heróis continuam a combater pelos mesmos ideais. A liberdade contra a opressão. O bem contra o mal. No fundo, valores expressos em tantas tramas que cruzam a história da ficção, aqui moldados a uma ideia que, quando tudo começou, traduzia uma aposta com um aparato visual nunca antes visto no universo do cinema de ficção científica e que desde logo gerou resultados globais impressionantes, não apenas nas bilheteiras como igualmente na capacidade em explorar as potencialidades de merchandising e de outros campos de publicação (dos comics aos jogos e não só). Factos que transformaram uma boa ideia com sabor de velha narrativa com aromas clássicos num caso de sucesso galáctico. E daí as justificações para sucessivas adições à história inicial. Primeiro completando uma trilogia inicial com “O Império Contra-Ataca” e “O Regresso de Jedi” (entre 1981 e 1983, respetivamente), depois acrescentando memórias do que sucedera antes numa segunda trilogia fortemente apoiada por efeitos digitais (estreada entre 1999 e 2005) e, depois da aquisição em 2012 deste legado (e potencial de mercado) pela Disney, uma terceira trilogia que anunciava o fim desta história (e não o deste universo, como a série televisiva de ação real “The Mandalorian”, em exibição, pretende mostrar).

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