Perfil

Vida Extra

Depois de Bond, 007 vai ser uma mulher

Há já algum tempo que se imaginava que alguém iria brevemente tomar o lugar de Daniel Craig como James Bond. E a surpresa, revelada esta semana pelo “Mail”, foi que a mudança, desta vez, não será a de um novo ator a interpretar a figura de James Bond mas, antes, a troca da própria figura a usar o nome de código 007

Nuno Galopim

Há já algum tempo que se imaginava que alguém iria brevemente tomar o lugar de Daniel Craig como James Bond. E a surpresa, revelada esta semana pelo “Mail”, foi que a mudança, desta vez, não será a de um novo ator a interpretar a figura de James Bond mas, antes, a troca da própria figura a usar o nome de código 007. Segundo foi avançado ao jornal britânico, o filme começará por nos mostrar um James Bond já retirado do serviço, mas que é chamado para dar uma ajuda num caso especial. Bond (interpretado pela quinta vez por Daniel Craig) estará de volta ao gabinete de M quando é confrontado com a revelação de que 007 vai entrar na sala. E então vê uma mulher. O papel será interpretado pela atriz britânica Lashana Lynch, que junta uma outra dimensão a esta mudança pelo facto de ser negra. Tem 31 anos, é natural de Londres e teve já como momentos de maior notoriedade uma presença na série “Still Star Crossed” e o papel de Maria Rambeau em “Captain Marvel”. No elenco surgirão ainda Ralph Fiennes (M), Ben Whishaw (Q), Remi Malek (o principal vilão) e Christoph Waltz (o velho inimigo Ernst Stavro Blofeld).

Para ler o artigo na íntegra clique AQUI

  • Filme francês evoca caso de pedofilia
    10:54

    "Graças a Deus" evoca um caso de pedofilia que abalou a sociedade francesa, tendo como protagonista um sacerdote católico — com realização de François Ozon, é a principal estreia da semana. João Lopes comenta ainda o lançamento de "Coração Negro", de Rosa Coutinho Cabral; no DVD, surge em destaque a edição de um conjunto de curtas-metragens assinadas por Fernando Lopes.

  • "Só Chove e é Rápido" no Teatro do Bairro
    5:50

    No dia em que os agentes culturais decidiram sair à rua em protesto contra o modelo de apoios do Estado para a cultura estreia um espetáculo feito sem financiamento do Ministério da Cultura. Com texto, encenação e interpretação de Francisco Tavares, "Só Chove e é Rápido" pode ver-se no Teatro do Bairro, em Lisboa. Francisco Tavares foi o convidado do Cartaz.