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A que cheira a “Vénus de Milo”? Louvre lança linha de perfumes criados a partir de obras de arte

Iniciativa insere-se no conjunto de atividades que o museu tem feito para aumentar o e diversificar os visitantes

“A Vénus de Milo” no Louvre

Foto: Jorge Royan / Wikimedia Commons

Vista e admirada por muitos, faltava ainda que a “Vénus de Milo” fosse também cheirada. O Museu de Louvre, em nova tentativa de dinamizar as visitas, e o tipo de visitantes, feitas às obras de arte, decidiu lançar o desafio, a dois especialistas de perfumaria, de escolher oito obras do museu e a partir delas criar diferentes fragrâncias.

Ramdane Touhami e Victoire de Taillac, dois dos grandes talentos olfativos de França, criadores da empresa francesa de perfumes Officine Universelle Buly, convidaram outros oito especialistas (um para cada obra de arte) para a criativa tarefa. Sem amarras, os perfumistas podiam gastar o tempo e o dinheiro de que precisassem. E melhor — escolher a peça que queriam trabalhar.As eleitas foram a “Vitória de Samotrácia, da deusa grega alada Nike (que, já se sabe, cheira a uma mistura de flores brancas com mirra amadeirada); “Ninfa com Escorpião”, de Lorenzo Bartolini; “La Baigneuse” e “Grande Odalisque”, ambos quadros do pintor neoclássico francês Jean-Auguste-Dominique Ingres; “The Lock”, de Jean-Honoré; “Joseph the Carpenter”, de Georges de La Tour; e “Conversation in the Park”, de Thomas Gainsborough.

A icónica obra “Mona Lisa” fica, pelo menos por enquanto, de fora. Será apenas mais um dos segredos que a obra encerra.

O lançamento está previsto para o próximo dia 3 de julho e os perfumes ficarão disponíveis numa loja bem perto do Museu do Louvre.

“La Grande Odalisque” é uma das obras prestes a ganhar cheiro

“La Grande Odalisque” é uma das obras prestes a ganhar cheiro

Wikimedia Commons

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