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Após seis meses pela Europa, Luís de Matos está de volta aos palcos nacionais

Datas de “Impossível ao Vivo” já são conhecidas. Os bilhetes estão à venda e o primeiro dia esgotou

Luís de Matos está de volta aos palcos portugueses

O ano passado foi assim. “Assim” significa que o espetáculo “Impossível ao Vivo”, de Luís de Matos e não só, ocupou o Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa, durante 16 dias, ao longo dos quais foram passando 24 mil pessoas. O mais premiado mágico português, três vezes distinguido pela Academia de Artes Mágicas de Hollywood, fez-se acompanhar por outros ilusionistas, de diferentes cantos do mundo, compondo assim um show de variedades mágicas que em 2019 se repetirá, agora com novas ilusões.

Impossível ao Vivo” está de regresso à mesma sala, entre 12 de dezembro e 5 de janeiro de 2020. E se o tempo para reservar lugar parece ainda imenso, saiba que o primeiro dia está já esgotado — é confirmar aqui na Ticketline, onde os bilhetes estão à venda. Desta feita, os mágicos convidados (e convidados mágicos) são James More, inglês que também esteve na tour europeia, An Halin, da Coreia do Sul, Raymond Crowe, da Austrália, e Topas, da Alemanha. Tem participação especial do grupo portuense Momentum Crew, campeão mundial de breakdance.

O anúncio foi feito esta manhã, 26 de junho, e o espetáculo passa também por Coimbra, a 10 e 11 de janeiro, e Faro, dias 17 e 18 do mesmo mês.

Luís de Matos andou nos últimos seis meses em digressão europeia, passando por cidades como Roma e Milão (Itália), Cracóvia e Varsóvia (Polónia), Tallinn (Estónia), Ljubljana (Eslovénia), Oslo (Noruega) ou Estocolmo (Suécia). Foram 19 cidades de 14 países, com mais do que um espetáculo em cada um deles. E por vezes mais do que um por dia. É por isso que a vida de um mágico se parece muito com a de uma rockstar. Mas é mesmo só aparência, garante Matos: “não há nada de rockstar em estar à espera de um autocarro às 8h da manhã para carregar caixotes”, ri-se.

Regressar a casa é também parte da viagem. Luís de Matos quer voltar a fazer com os portugueses o que fez com os europeus com quem se cruzou nos últimos meses. “Para mim, à entrada os públicos são todos diferentes. À saída são exatamente iguais.”

Cartaz de “Impossível ao Vivo” de 2019

Cartaz de “Impossível ao Vivo” de 2019

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