Perfil

Vida Extra

Virar a página para premiar o papel principal da arte em papel

Um ano depois de uma experiência inaugural bem sucedida, está aí a fase final da segunda edição do Prémio Navigator Arte em Papel. Com maior ambição na sua internacionalização, e com uma exposição a inaugurar a coincidir com o ARCOLisboa, há cinco finalistas a descobrir com atenção

D.R.

Criado em 2018 com o objetivo de “valorizar a importância do papel na nossa sociedade”, o Prémio Navigator Arte em Papel, da Navigator Company, desenvolvido em parceria com o Expresso, é também um motor de incentivo “à criatividade, à cultura e ao reconhecimento do talento nacional e internacional”. Com um valor monetário de 50 mil euros (dos quais 30 mil cabem ao vencedor e cinco mil serão distribuídos a cada um dos restantes quatro finalistas), este é o maior prémio mundial de arte em papel e tem como objetivo “apoiar a criação artística em papel, valorizando-o como um dos suportes de inovação, criatividade, investigação e arte”. Depois do sucesso da edição inaugural, que teve como vencedor o português Pedro A.H. Paixão, está a chegar ao fim uma segunda edição, devendo o júri escolher agora um vencedor entre os cinco finalistas já apurados.

Filipa Oliveira, que esteve já ligada à primeira edição, é a curadora e coordenadora do Prémio Navigator Arte em Papel. Foi diretora artística do Fórum Eugénio de Almeida (em Évora) de 2015 a 2017 e tem trabalhos de curadoria em exposições em instituições como o Centro Cultural de Belém, Kettle’s Yard, John Hansards Gallery, Tate Modern, Fundação Calouste Gulbenkian, Crac Alsace, Kunstverein Springhornhof, Mead Gallery, Frieze Projects, Museu Coleção Berardo ou a Fundação EDP, entre outras. “Partimos para a segunda edição com maior entusiasmo por a primeira ter corrido tão bem”, confessa ao Expresso.

Para ler o artigo na íntegra, clique AQUI.

Siga Vida Extra no Facebook e no Instagram.