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Não me deem música (nem televisão). Quanto se paga para ver e ouvir em streaming

Depois da ilusão do gratuito, magia da publicidade, os consumidores perceberam que o que querem tem um preço. E estão a pagá-lo. Quanto custa ouvir música e ver televisão, numa altura em que há cada vez mais serviços de streaming disponíveis?

Há novas séries e filmes para ver todos os dias e são poucas as horas em que não surgem músicas ou álbuns completos para ouvir pela primeira vez. E a oferta é tanta, como se de uma televisão com canais infinitos ou de um rádio com um sem-número de frequências se tratasse, que se tornou obrigatório o desenvolvimento de ferramentas que ajudem a decidir o que ver ou ouvir a cada momento. O tempo dos dispositivos é passado, e o que interessa agora são os conteúdos, de preferência a consumir em vários locais, pelo que esta é uma guerra do passado e do presente contra o presente aliado ao futuro e é certo que no final não haverá vencedores dos dois lados da barricada.

A força dos serviços de streaming assusta os canais tradicionais numa altura em que a economia de escala começa a beneficiá-los (os lucros estarão cada vez mais próximos, mesmo com um serviço mais barato) e não será fácil conter esta invasão, que contará dentro de poucos meses com um novo gigante, que já apresentou o seu serviço de streaming próprio. Chama-se Apple TV+ e já conseguiu garantir uma equipa cheia de estrelas (como Oprah Winfrey, Steven Spielberg, J. J. Abrams, Ron Howard, Jennifer Aniston, Reece Witherspoon ou Steve Carell), que se espera darem uma nova luz à já brilhante oferta de conteúdos.

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