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Vida Extra

Uma viagem a Cabo Verde, embalados em crioulo e música

A boleia é de Filipa Reis e João Miller Guerra

Miguel Moreira à procura das suas raízes cabo-verdianas em “Djon África”

O coração da primeira longa-metragem de Filipa Reis e João Miller Guerra tem generosidade bastante para albergar vários desejos. Antes de tudo, vários desejos de género. Com efeito, este filme arranca em explícito registo de filme de ficção, com cenas dialogadas e postas em cena sem margem para dúvidas. Mas, ao mesmo tempo, algo vibra em tom diverso, seja porque parece esbatida a fronteira entre intérpretes e personagens — o que se manterá constante ao longo do filme —, seja porque o olhar da câmara nunca se limitará a percorrer os espaços como invólucros das ações, seja porque, com frequência, o que se dá a ver além dos atores (e a palavra tem qualquer coisa de inapropriado aqui) extravasa as necessidades dramáticas.

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