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Bob Dylan e Paul Simon revisitam o passado. E ainda bem para nós

Bob Dylan dá uma nova luz a “Blood on the Tracks” revelando o conjunto completo das sessões de gravação de 1974, e Paul Simon refaz 10 canções da zona de sombra do seu catálogo

Um ano antes de anunciar ter visto o futuro do rock’n’roll e que ele se chamava Bruce Springsteen, Jon Landau — na “Rolling Stone” de 30 de agosto de 1973, escrevendo acerca de “Pat Garrett & Billy the Kid”, a banda sonora de Bob Dylan para o filme homónimo de Sam Peckinpah — imaginou ter avistado o passado: “A mais importante figura do rock branco dos anos 60 transformou-se numa das menos significativas dos anos 70. Mas o que causa maior perplexidade parece ser a deliberada intenção desse declínio.” Já não era exatamente a época de “Self Portrait” (1970), quando, como Dylan confessaria em “Chronicles: Volume One” (2004), gravara um álbum duplo para o qual atirara “tudo o que colasse e não colasse à parede. (...) Convencera-me de que, quando a crítica demolisse a minha obra, o mesmo aconteceria comigo e o público me esqueceria”.

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