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“A Minha História” é assim. Michelle Obama abre o livro da sua vida em “Becoming”

Longe da autoanulação de outras primeiras-damas, Michelle Obama escreveu um livro de memórias afirmativo, em que revela toda a sua maturidade e inteligência. Descreve o seu percurso pessoal com realismo e uma atenção aos pormenores algo literária

Luís M. Faria

Jornalista

NBC

Quando Barack Obama começou a tornar-se notado como candidato a candidato à Presidência dos EUA, a primeira coisa em que reparámos logo, além da cor da pele (que muitos consideravam um obstáculo inultrapassável), foi a qualidade intelectual (graças à qual começámos a suspeitar que afinal talvez houvesse uma hipótese). Aquela inteligência calma, informada e percetiva, que não se exibia mas se notava em cada entrevista, era extremamente bem-vinda após oito anos da mediocridade trágica de George W. Bush.

Como diz Michelle Obama neste livro — do qual pode ler um excerto também no Vida Extra — , “o Barack era a pessoa certa para este momento na história, para um cargo que nunca seria fácil, mas que, devido à crise financeira, se tornara exponencialmente mais difícil. Eu andava a anunciar isso aos quatro ventos havia mais de ano e meio, por toda a América: o meu marido era calmo e preparado. A complexidade não o assustava. Tinha um cérebro capaz de analisar todas as complicações (...). Neste ponto, seríamos insensatos se não o elegêssemos.”

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