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Nuno Artur Silva. “Na cultura pop sou uma nota de rodapé”

Nesta longa conversa, o fundador das Produções Fictícias sente-se feliz por ter recuperado o tempo ao voltar ao estatuto de freelancer

Ana Baião

É um democrata que se assume como um homem de esquerda. Acredita num Estado que trabalhe para o serviço público e para o bem comum. Foi isto que o motivou a aceitar o convite para integrar a administração da RTP, e durante os três anos em que lá esteve foi o que tentou fazer. Depois saiu por causa da polémica que causou, pelo facto de continuar acionista das Produções Fictícias, a empresa que fundou, precisamente há 25 anos. Não tem nenhum ressentimento. Olha para o que se passou como se estivesse a assistir a um programa cómico.

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